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terça-feira, 31 de março de 2009

Dia da Saúde e Nutrição

Hoje Dia 31 de Março é o Dia da Saúde e Nutrição.

A alimentação tem um papel fundamental na manutenção da saúde.
Em cada fase da vida há uma demanda energética e nutricional diferente, de acordo com a necessidade orgânica.
Em estados de doença, a necessidade nutricional muda e requer um cuidado alimentar diferenciado.Hábitos alimentares errados podem estar relacionados ao aparecimento de câncer ,doenças ocasionadas pela carência vitamínica,doenças cardiovasculares e muitas outras.
Mas uma boa alimentação está intimamente ligada a uma melhoria da qualidade de vida como diminuição da pressão arterial e controle de diversas outras doenças.

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domingo, 29 de março de 2009

O Cirurgião e o Mecânico

O Cirurgião e o Mecânico

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardíaco muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. O mecânico pára e pergunta:
- Hei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando.
O mecânico se levanta e começa:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?
O cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala baixinho ao mecânico:
- Tente fazer isso com o motor funcionando!




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sábado, 28 de março de 2009

Tuberculose - Carta aberta à população

Tuberculose
Carta aberta à população do Fórum das ONGs na Luta contra a Tuberculose – Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose – 24 de março

Prezado Senhores(as),

Solicitamos gentilmente a divulgação dessa carta, a finalidade é conscientizar a população e dar visibilidade ao problema junto a sociedade brasileira e cobrar ações mais efetivas por parte do estado nas três esferas de governo.

Solidariamente

Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose –RJ
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É Antiga mais não é passado.

A tuberculose (TB) é uma das enfermidades mais antigas do mundo. Mas não é uma doença do passado como muitos imaginam. Está em estado de emergência global decretado pela Organização Mundial de Saúde como enfermidade reemergente desde 1993. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões de pessoas, o que corresponde a um terço da população mundial, está infectada pelo Mycobacterium tuberculosis. Destes 8 milhões, desenvolverão a doença e 2 milhões morrerão a cada ano.
A tuberculose é considerada prioridade pelo governo brasileiro desde 2003. Dados do Programa Nacional de Controle da TB (PNCT) do Ministério da Saúde, mostram que, por ano, são notificados 80 mil casos novos de tuberculose (35% do total das Américas), causando cerca de cinco mil mortes; o maior número entre os países do continente, e um elevado numero de abandono do tratamento, um quadro muito distante da meta nacional, que é curar 85% dos casos diagnosticados e reduzir o abandono a taxas inferiores a 5%.(M.Saúde)
O Brasil é o 16º entre os países com o maior número de casos em todo o mundo, o Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente um elevado número de casos, com a média de 12 mil novos casos por ano e uma incidência de 85 doentes para cada 100 mil habitantes, o que representa 20% das notificações no Brasil. mais que o dobro da média nacional, de 40,8 casos por 100 mil.
Estimativas apontam que cerca de 20% dos doentes não são diagnosticados, e muitos casos somente são descobertos após a internação ou óbito.
Nas últimas décadas, o risco apresentado pela TB e suas conseqüências têm sido muito maior devido ao alastramento implacável da pandemia do HIV/Aids.
Aproximadamente 10% dos pacientes com TB são também co-infectados pelo HIV, e a TB é a principal causa de morte de pacientes com Aids. Segundo Stephen Lewis, ex-Enviado Especial das Nações Unidas para HIV/Aids na África, as pessoas infectadas pelo HIV têm um risco vinte vezes maior de desenvolver doenças ativas, e a TB é atualmente a principal causa de morte entre pessoas infectadas pelo HIV no mundo inteiro. A bactéria da TB e o HIV são uma combinação fatal porque os dois patógenos atacam o sistema imunológico. "As duas doenças suprimem o sistema imunológico independentemente".
A tuberculose persiste como sério problema de saúde pública no Brasil sendo um sofrimento que afeta principalmente as pessoas empobrecidas, vítimas de maiores desigualdades sociais e também aquelas que estão vivendo com o vírus da aids (co-infecção TB/HIV). A falta de informação sobre a doença ainda é grande alimentando o medo e o preconceito em relação a doença.
As pessoas que adoecem por TB, ainda são fortemente estigmatizadas, isoladas, discriminadas, e comumente vitimadas por inúmeras violações dos seus direitos trabalhistas e sociais.
A tuberculose é uma doença grave, porém curável em praticamente 100% dos casos novos, usando a medicação adequada, que é distribuída no SUS. Com os recursos disponíveis, é perfeitamente possível o controle da doença, desde que exista o compromisso de todos nós: gestores, profissionais de saúde e população. Garantir o acesso a um diagnóstico rápido e ao tratamento supervisionado humanizado deve ser a nossa meta para a tuberculose deixe de ser um problema tão grave entre nós.

OMS cobra do Brasil medidas efetivas contra a tuberculose

"O Brasil precisa fazer um esforço extra em sua luta contra a tuberculose".
O recado foi dado pelo diretor do Departamento de Combate à Tuberculose da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mario Raviglione, no lançamento do relatório mundial 2008, sobre a situação da doença no mundo. Para ele, não há justificativas para a situação no Brasil, que não cumpriu ainda meta de cura de 85% dos casos da doença e está atrás da Índia, Congo e China nesse item.
A OMS também aponta a necessidade de o País avançar na estratégia de tratamento supervisionado, o abandono dos remédios contribui para o avanço da doença, e aprimorar a notificação de casos da doença no País. O órgão estima que 45% deles não sejam informados às autoridades de saúde brasileiras.
Segundo a OMS, o Brasil ainda é o 16º país com mais casos no mundo - em uma lista que reúne 22 nações - e, ainda que a incidências de casos tenha sofrido queda de 3,3% entre 2005 e 2006, naquele último ano havia 94 mil casos, com uma mortalidade de 4 pessoas para cada 100 mil habitantes. O Ministério da Saúde confirma que hoje há cerca de 80 mil casos novos por ano, com 5 mil óbitos.
"A cobertura dos tratamentos supervisionados é de 86%. A realidade é que ainda há um longo caminho a percorrer", criticou Raviglione. "No Brasil, a taxa de cura é de apenas 77%. Isso é muito baixo", continuou. Na Índia, a taxa de cura é de 86%, contra 85% no Congo e 94% na China, disse. "Não há justificativas para o Brasil não ter números parecidos aos desses países. O Brasil precisa fazer o que implementou no setor de aids também em tuberculose", concluiu.
Em números absolutos, a situação no Brasil é mais grave que a do Zimbábue, Camboja e Afeganistão. Mas está distante dos mais de 1,9 milhão de infectados na Índia e 1,3 milhão na China, os líderes.
Fonte: http://txt.estado.com.br/editorias/2008/03/18/ger-1.93.7.20080318.8.1.xml
A mobilização social na luta contra a tuberculose, através da criação de Fóruns e redes sociais de apoio às pessoas com TB, é um marco histórico e um importante instrumento político para mudar o dramático cenário da doença em nosso país. Os governos têm uma dívida histórica a reparar com essas populações afetadas pela tuberculose, pobreza, violência e o HIV/AIDS.
O Dia Mundial de luta contra a Tuberculose é uma data estratégica de mobilização e conscientização no mundo inteiro, chamando autoridades, ativistas, ONGs e a sociedade civil para uma maior atenção com relação à doença.
A TB é uma doença associada às más condições de vida da população, com muitos dos casos identificados entre os mais pobres e os que estão à margem da sociedade como favelas, populações de rua e carcerária.
Por isso é necessário divulgar o problema, mobilizar a sociedade e dar visibilidade nacional ao esforço brasileiro de luta contra a Tuberculose.
De forma que aproveitando a oportunidade desse momento estratégico de grande visibilidade para a luta contra a tuberculose e a saúde pública no Brasil, vimos chamar a atenção sobre a gravidade do problema.
O Dia Mundial de Combate à Tuberculose não é uma data para comemoração.
Mas uma ocasião de mobilização mundial, nacional, estadual e local buscando envolver todos às esferas de governo e setores da sociedade civil na luta contra esta enfermidade. É o marco fundamental de uma campanha permanente, fator fundamental para a intensificação das ações de controle da doença.
Nesse sentido considerando a gravidade da situação da tuberculose em nosso país, conclamamos a todos (as) que se mobilizem e participem dessa data, fazendo um esforço coletivo para que a tuberculose seja definitivamente uma doença do passado.
A tuberculose tem cura e o tratamento começa com a informação.

POR UM BRASIL LIVRE DA TUBERCULOSE,UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS !

Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose –RJ
Av. Marechal Camara 350/807- Cep: 20020-080 - Rio de Janeiro - Brasil
Tel :55 (21) 2240.1352
Fax:55 (21) 2240.2082
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E-mail:forumongstbrj@yahoo.com.br

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terça-feira, 24 de março de 2009

Dia Mundial de Combate à Tuberculose

Hoje Dia 24 de Março é o Dia Mundial de Combate à Tuberculose.

A data de 24 de março foi designada, em 1982, como o Dia Mundial de Combate à Tuberculose (TB). Iniciativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da União Internacional Contra TB e Doenças Pulmonares (International Union Agaist TB and Lung Disease - IUATLD), a data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, por Dr. Robert Koch.

Link da Campanha

Manifesto pelo Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose

Considerando o Dia Mundial de Luta de Luta contra a Tuberculose – 24 de março, nós da Sociedade Civil Organizada, representados pelos Fóruns Estadual das ONGs na Luta Contra a Tuberculose - RJ, Grupo de Apoio aos Pacientes e Ex-pacientes de Tuberculose - GAEXPA e Fórum Estadual das ONG/AIDS-RJ, vêm a público através desse manifesto, chamar a atenção da população e das autoridades para a importância desse momento.
É Antiga mais não é passado
A tuberculose (TB) é uma das enfermidades mais antigas do mundo. Mas não é uma doença do passado como muitos imaginam. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões de pessoas, o que corresponde a um terço da população mundial, está infectada pelo Mycobacterium tuberculosis. Destes 8 milhões, desenvolverão a doença e 2 milhões morrerão a cada ano.
O Brasil ocupa o 16º entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.
Estima-se uma prevalência de 50 milhões de infectados com cerca de 80.000 casos novos e uma alta taxa de 5.000 óbitos ocorrendo anualmente. A alta taxa de mortalidade por tuberculose uma doença que tem cura, esta associada ao diagnóstico tardio ou assistência de má qualidade no SUS.
O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma das maiores incidências de tuberculose do país (90 / 100.000 habitantes), elevada coinfecção TB/HIV e uma estimativa de 700 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis para uma doença que tem cura.
A situação é calamitosa em nosso estado/município, no que tange à questão dos TB-MRs, sobretudo, nos seguintes pontos: demora inadmissível dos resultados de testes de sensibilidade (muitos resultados chegam bem depois do término do tratamento); falta de apoiamento social adequado para estes pacientes, muitos deles em uso de esquemas falidos, mantendo, portanto, positividade do escarro e sem condições laborativas (seja por necessidade de biossegurança, seja por más condições clínicas).
A cada dia a tuberculose continua a avançar de forma devastadora principalmente nos segmentos mais vulneráveis da população, crescendo acentuadamente nas periferias, nos bolsões de pobreza, entre a população de rua, encarcerados e pessoas vivendo com o HIV/AIDS.
Essa situação deve-se a fatores como: a desestruturação dos serviços públicos de saúde, desigualdade social, concentração populacional, processo de urbanização desordenado, e as más condições de vida das camadas mais pobres da população.
Em virtude da falta de informação, muitas pessoas não reconhecem os sintomas da doença, não procuram o serviço de saúde para o diagnóstico, e por falta de acompanhamento adequado abandonam o tratamento precocemente, contribuindo para a disseminação da doença e para que ela se torne mais resistente aos medicamentos. Ou seja, a falta de informação sobre a doença e a dificuldade de acesso a serviços de saúde contribuem para que a doença se alastre e, em muitos casos, torne-se fatal.
Uma grande parte dos doentes não são diagnosticados, mantendo a cadeia de transmissão, e muitos casos somente são descobertos após a internação nos hospitais de emergência ou óbito.
Um dos problemas mais alarmantes relacionados à tuberculose é a co-infecção tuberculose-Aids, a tuberculose tem sido a primeira causa de óbitos em pessoas vivendo com HIV/Aids. Estima-se no Brasil que a cobertura de testagem para HIV em pessoas que desenvolvem TB é de aproximadamente 53%, com uma prevalência de positividade de 15% entre os testados e taxa de óbito pela co-infecção de 20%. Sendo vital o fortalecimento das ações de controle da co-infecção TB/HIV/AIDS.
O Estado brasileiro tem uma dívida a reparar com essas populações.
Sendo uma doença negligenciada, as ações governamentais no combate da tuberculose, estão muito aquém de uma resposta efetiva de controle, para isso é preciso facilitar o acesso ao SUS, oferecer um diagnóstico rápido e um tratamento de qualidade e humanizado para a população.
Nós, do movimento social de luta contra a Tuberculose e o HIV/Aids, acreditamos que só através da mobilização social, do compromisso político das autoridades, bem como, da melhoria das condições de vida da população junto à implementação de políticas públicas de moradia, trabalho e renda é que poderemos conter o avanço da doença.
A retomada da mobilização social na luta contra a tuberculose no Brasil, por meio da criação de Fóruns, Grupos de Pacientes e redes sociais de luta contra a tuberculose, é um marco histórico e um importante instrumento político para mudar o dramático cenário da doença e a negligência da saúde junto às populações mais vulneráveis.
Por isso torna-se fundamental o papel das organizações civis no enfrentamento do problema.
A atuação das ONGs e redes comunitárias/ou solidárias é muito importante no combate ao estigma e preconceito associadas á doença, no controle social e na defesa dos direitos dos pacientes. Atua também na informação, educação e comunicação e em ações complementares ao serviço, no apoio aos pacientes, familiares e comunidades, principalmente durante o tratamento.
Vigiar, denunciar e cobrar políticas públicas de promoção da saúde, prevenção e combate á tuberculose é fundamental.
Também se faz necessário um maior investimento em pesquisas para a produção de novas vacinas e medicamentos mais eficazes que causem menos efeitos colaterais e encurtem o longo período de tratamento de pelo menos 06 meses (principais causas de abandono do tratamento).
Por conta disso, vimos conclamar a população e cobrar dos gestores da saúde nos âmbitos, federal, estadual e municipais:
- Maior rigor, transparência e compromisso social na aplicação e uso dos recursos públicos da saúde e dos Programas de Controle da Tuberculose.
- Políticas de promoção à saúde integradas e políticas intersetoriais articuladas urbanas e sociais de prevenção, promoção e assistência;
- Descentralização das ações de controle com maior ênfase nas regiões metropolitanas e nos municípios de alta carga;
- Priorização, dentro do SUS, das ações voltadas à prevenção e assistência à Tuberculose e co-morbidades;
- Melhoria da vigilância epidemiológica através do aprimoramento do Sistema Nacional de Agravos de Notificação SINAN;
- Garantia de acesso ao diagnóstico precoce e a um tratamento de qualidade e humanizado;
- Investimentos concretos no incentivo à pesquisa e produção nacional de novos métodos de diagnóstico, fármacos e esquemas de tratamento encurtado;
- Revisão e atualização da formação médica (curricular), em Tuberculose como um importante agravo;
- Implementação e ampliação do tratamento supervisionado para Tuberculose, estratégia (DOTS), com ênfase na busca ativa de casos e incentivos de adesão ao tratamento para os pacientes como auxílio transporte e alimentação (Cestas Básicas);
- Intensificar o diagnóstico da co-infecção TB/HIV, com instauração precoce do tratamento e quimioprofilaxia.
- Maior rigor na vigilância e controle da infecção por TB/MDR e XDR;
- Fortalecimento do SUS, destacando-se a Política de Atenção Básica à Saúde, com ampliação da cobertura da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS);
- Fortalecimento, fomento e sustentabilidade da participação da Sociedade Civil Organizada na luta contra a tuberculose e o controle social das ações públicas nos níveis federal, estadual e municipal
- Promover campanhas de conscientização de massa sobre a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença,
O Dia Mundial de Combate à Tuberculose não é uma data para comemoração.
É sim uma ocasião de mobilização mundial, nacional, estadual e local buscando envolver todos as esferas de governo e setores da sociedade civil na luta contra esta enfermidade. É o marco fundamental de uma campanha que dura até o fim do ano corrente, fator fundamental para a intensificação das ações de controle da doença.
A mobilização que ocorre no Dia Mundial para o Controle da Tuberculose é apenas o ponto inicial de uma campanha que deve se seguir durante todo o ano, tanto no nível nacional como nos estaduais e municípios.
Nesse sentido considerando a gravidade da situação da tuberculose em nosso país, conclamamos a todos (as) que se mobilizem e participem dessa luta, fazendo um esforço coletivo para que a tuberculose seja definitivamente uma doença do passado.

Por um Brasil sem tuberculose, uma responsabilidade de todos.
Participe dessa luta!

Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose – RJ
Av. Marechal Camara 350/807- Cep: 20020-080 - Rio de Janeiro - Brasil
Tel :55 (21) 2240.1352
Fax:55 (21) 2240.2082
E-mail:
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domingo, 22 de março de 2009

Oração do DNA

Oração do DNA

Creio no DNA todo poderoso
Criador de todos os seres vivos,
Creio no RNA,
Seu único filho,
Que foi concebido por ordem e graça do DNA polimerase.
Nasceu como transcrito primário
Padeceu sobre o poder das nucleases, metilases e poliadenilases
Foi processado,modificado e transportado
Desceu do citoplasma e em poucos segundos foi traduzido à proteína
Subiu pelo retículo endoplasmático e o complexo de Golgi
E está ancorado à direita de uma proteína G
Na membrana plasmática
De onde há de vir a controlar a transdução de sinais
Em células normais e apoptóticas
Creio na Biologia Molecular
Na terapia gênica e na biotecnologia
No seqüenciamento do genoma humano
Na correção de mutações
Na clonagem da Dolly
Na vida eterna
Amém

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